28 de Junho de 2009
Um manifesto com prioridades
Guru na área da transformação organizacional aconselha Obama
Obama should look to Portugal on how to fix schools
Posted by: Don Tapscott on 24Jun 2009
President Obama already knows that the nation’s schools are failing a large number of young Americans. One-third of all students drop out before finishing high school. It’s a terrible record, and it’s even worse in inner city public schools, where only half of blacks and Hispanics graduate from school. This is not a legacy that would make anyone proud: More young Americans on a proportionate basis drop out of school today than at any other time in our history.
24 de Junho de 2009
A gravata laranja
9 de Outubro de 2009 - à porta de um cidadão eleitor:
Muito boa tarde! Pretendo confundi-lo, perdão, convencê-lo a votar no melhor presidente para a Câmara, vereadores, deputados municipais, projecto autárquico para o futuro, dizer-lhe o que fizemos nos últimos quatro anos no concelho a partir dos órgãos municipais e também convencê-lo a votar nos melhores deputados e Primeiro-ministro para Portugal, bem como no nosso projecto para o futuro do país e dizer-lhe o que fizemos nos últimos quatro anos no país, a partir do Governo/Assembleia da República e também convencê-lo a votar no melhor presidente da Junta e melhores deputados da Assembleia da Freguesia, mostrar-lhe o projecto para a nossa terra e dizer-lhe o que fizémos nos últimos quatro anos, a partir da Junta/Assembleia de Freguesia. Tenha a bondade de aceitar este manifesto de ideias para o nosso concelho, outro para a nossa freguesia e, se não for abusar do seu tempo, peço-lhe que leia também este sobre as nossas ideias para Portugal e para os portugueses. Trouxe ainda umas canetas com o nome do nosso concelho e uns bonés com o nome do nosso país, apesar de terem slogans diferentes, se reparar bem, possuem o mesmo símbolo. Pedia a sua atenção para o facto de, num dos boletins, este símbolo aparecer no 2º lugar a contar de cima, noutro em 4º lugar a contar de baixo, noutro exactamente a meio e noutro já me esqueci.
23 de Junho de 2009
18 de Junho de 2009
Entrevista de José Sócrates
- Ana Lourenço permitiu que o Primeiro-ministro explicasse as medidas, como todos exigiam, e conduziu uma entrevista como fazem na BBC, CNN, etc…
- José Sócrates não foi arrogante e estava muito bem preparado.
Conteúdos a salientar:
- O PM admitiu, e bem, que o processo de avaliação dos professores não correu bem e fez bem em lembrar como começou a tensão na Educação: os professores fizeram greve aos exames por se implementarem aulas de substituição – incrível…
- Dividiu bem dois períodos: 2005-2007 e 2007-2009. No primeiro, Portugal era o único país europeu com défice excessivo, no segundo está dentro da média da EU.
- Lembrou que em 2007, 133000 postos de trabalho (!) tinham sido criados.
- Opinou, calmamente, sobre o que separa os dois possíveis Primeiros-ministros: Sócrates defende a intervenção do Estado e os serviços públicos (Segurança Social, Saúde e Educação) e tem uma mentalidade mais aberta (ivg, divórcio…); Ferreira Leite apoia a privatização e é altamente conservadora (casamento/procriação; obras públicas/xenofobia).
Depois, o que o separa da outra esquerda é o facto de não abdicar de ter as contas do Estado em ordem.
- O combate à crise faz-se também com a aposta em áreas estratégicas (requalificação de escolas, aposta nas novas energias e alargamento da rede de banda larga).
- As obras de maior envergadura dão emprego e “oportunidades de negócio” às empresas. Em particular, a Alta Velocidade em Portugal “tem 15 anos” (!) e exibiu documentos da era Barroso. Explicou como esta aposta combate a periferização do país. Adiar tem custos - espero que todos entendam isto, nomeadamente no que respeita a devolver dinheiro à EU e as consequências do facto de nos tornarmos dos únicos países a desistir de investir na Alta Velocidade (ver post anterior).
- Portugal foi o primeiro país a combater a crise no sector automóvel.
- Exemplo paradigmático que refere a dimensão do apoio, alegadamente excessivo, do Governo português, aos bancos: na Irlanda apoiou-se com o equivalente a 267% do PIB do país; no Reino Unido com 82%; em Portugal com 14%...
- Se o BPP falir hoje, não afectará o conjunto. No início da crise a falência do BPN afectava, aliás, na mesma altura, não por acaso, foram nacionalizados sete outros bancos na Europa. Acresce a referência importante ao Lehman Brothers, que o governo americano deixou cair ingenuamente-erro decisivo para o colapso do sistema financeiro. Em relação ao BPN, explicou que apoia depositantes, mas não pode apoiar aqueles que o banco transformou em investidores, pois os contribuintes não devem pagar tudo. Tal situação seria um grave precedente, pois, a partir daí, o Estado Português teria de ajudar todos os investidores que perdessem dinheiro. Recordou que as falências do BPN e do BPP se devem a uma gestão irresponsável com suspeitas de graves actos criminosos.
10 de Junho de 2009
Que futuro para a Europa?
Era necessário mudar a Europa e o equilíbrio de forças no Parlamento Europeu, como demonstra este vídeo/mensagem de campanha, muito bem conseguido pelo PSOE: 9 de Junho de 2009
Xiitas derrotados
8 de Junho de 2009
PSD eufórico com a vitória esmagadora da abstenção. E o futuro?
Em momentos de crise, a história repete-se: as forças extremistas/populistas, sobem ou resistem. Neste caso, as da CDU e do BE, já previstas, e a do CDS/PP, em Portugal, ou as de Berlusconi ou Sarkozy, etc. A maioria dos Governos em exercício são penalizados, como começou por acontecer nos EUA e aconteceu ontem por toda a Europa. No geral, infelizmente, não houve a percepção clara de que as receitas conducentes à crise tiveram origem num ideário de direita. Na crise, os partidos não possuem receitas eleitorais infalíveis, é tudo demasiado volátil.
Falou-se muito pouco da Europa. Lembro-me que Vital Moreira tentou colocar à discussão uma velha proposta, o imposto europeu, parecido com a taxa Tobin que o BE antes defendia, e desatou logo tudo aos gritos... Hoje só se referem às consequências caseiras dos resultados de ontem. Hoje ninguém fala da UE, um dos projectos mais extraordinários da história das nações, onde se consolidou a maioria da direita que trouxe a crise.
Acredito que as pessoas que não foram às urnas terão outra motivação quando estiver em causa a governabilidade de um país pobre, com falta de qualificação das pessoas e das organizações, com um Estado insuficiente. Será que os portugueses querem que Ferreira Leite represente Portugal? Será que os cidadãos portugueses quererão a esquerda comunista a fazer um segundo PREC?
Há uma missão do "povo de esquerda". Temos de compreender o fenómeno de fragmentação da esquerda que levou ao estado lastimoso, por exemplo, da esquerda francesa. Não podemos permitir o surgimento de uma paisagem política à francesa, com uma direita instalada e sem oposição. Opções à esquerda(?) - foram bloquistas que chamaram "traidor" a Vital na Manifestação de 1 de Maio, "traidor" por deixar de ser comunista...
4 de Junho de 2009
1 de Junho de 2009
Alta Velocidade
30 de Maio de 2009
A Europa em discussão
26 de Maio de 2009
PSD de Ferreira Leite não gosta e abdica de Comícios
24 de Maio de 2009
5 de Maio de 2009
Como chegar aos 10 por cento?
30 de Abril de 2009
Ai agora aparecem?!
“Meus filhos, sejam extremamente mal-educados para visitantes das Escolas e depois tenham muito medo do senhor mau que vos vais fazer perguntas. Estamos orgulhosos.”
É importante preservar o bom hábito das manifestações de insatisfação/inconformismo na nossa democracia e, simultaneamente, continuo a considerar que os pais deviam ser co-responsabilizados pelos comportamentos inadequados dos alunos, como acontece em alguns países. Só assim não temos de esperar gerações para que certos paradigmas de mentalidades mudem, no sentido de fazer com que os pais valorizem a Escola e as qualificações dos filhos, com as implicações que terão nas suas vidas pessoais e profissionais. Acho mesmo que isto é determinante para o sucesso do nosso país, pois os órgãos de gestão e os professores per si são insuficientes para valorizar as funções da Escola.
27 de Abril de 2009
A mordaça de Rangel
26 de Abril de 2009
Aposta nos genéricos
25 de Abril de 2009
22 de Abril de 2009
PSD: um partido da Europa de HOJE?!
13 de Abril de 2009
Abanar consciências
11 de Abril de 2009
Eleições Europeias
3 de Abril de 2009
Pensamento II
Assunto Vital
Pensamento
27 de Março de 2009
Lula e a crise
23 de Março de 2009
A audácia da esperança
18 de Março de 2009
Aumentar salários em tempos de crise
A inflação será de um por cento, o crescimento económico será menos três por cento e o Governo decidiu aumentar os salários em quase três por cento, o que representa um aumento real de dois por cento. A Rússia é um exemplo paradigmático: desceu os salários dos funcionários públicos em 22%!



